EMPRESAS PATROCINADORAS DA DEMOCRACIA DO POVO



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Ajude-nos a construir um sistema político autenticamente democrático, justo e equilibrado!



Obs: Independentemente de um único valor investido para a divulgação da Democracia do Povo a empresa terá o direito de anunciar gratuitamente, neste site, permanecendo o seu anúncio até o dia das eleições de 2018. À medida que valores maiores de investimento vão entrando, os menores valores vão passando para as páginas subsequentes, ficando em cada página 6 (seis) anúncios. 100% dos valores arrecadados serão utilizados para a ampliação da campanha publicitária investida pela empresa O SÓCIO BR.




TIME DO BEM


1 - Altruístas e trabalhadores voluntários, que trabalham com filantropia.
2 - Criadores de Organizações Não Governamentais, que trabalham para o bem do próximo sem visar a lucros financeiros exclusivamente para si.
3 - Educadores, que sabem “como fazer” e alunos mais dinâmicos de cada escola dos 5.570 municípios.
4 - Médicos espiritualmente esclarecidos, que orientam os pacientes a cuidarem da saúde psíquica.
5 - Empresários, que possuem visão solidária e executivos conhecedores das mais diversas áreas da vida.
6 - Diretores de associações do setor produtivo, que possuem prontas as diretrizes para um bom funcionamento dos sistemas político, econômico e social.
7 - Mulheres líderes comunitárias candidatas aos cargos públicos que se excluem do time do mal.
8 - Atletas, que são solidários com o menos favorecido, pois a maioria emergiu dessa classe.
9 - Artistas que, podendo atuar na política, serão capazes de estenderem seus nobres sentimentos a toda a população.
10 - Apresentadores e comunicadores da televisão e do rádio, que possuem coragem para disseminar a ideia de um sistema político, como o da Democracia do Povo.

Homenagem ao Time do Bem

Em pouco mais de 48 horas enquanto fiquei hospitalizado, foi tempo suficiente para que eu pudesse verificar o quanto o Brasil é servido por indivíduos generosos. Quanto desprendimento de dezenas de profissionais que estiveram à minha disposição. Quanto carinho e dedicação. Médicos, enfermeiros, cozinheiros, faxineiros e demais funcionários, mais preocupados com o próximo do que consigo mesmos.

Vi, no semblante de cada um, o cansaço causado pelo trabalho extenuante de final de turno. Pessoas que dão tudo de si para fazer com que o outro se sinta bem, sacrificando-se para levar o sustento para seus lares. Percebi o esforço que fazem para tentar amenizar as dores dos pacientes, não deixando transparecer as suas próprias dores. O desespero e a irritabilidade de alguns enfermos não são motivos de descontrole para esses abnegados, que possuem o sentimento de compreensão e o profissionalismo, como atenuantes de discussões.

Sabem ser amigos para dar uma palavra de apoio, educadores e orientadores quando a situação exige ordem. Não fazem distinção de raça, de sexo, de idade, nem de credo ou de classe social. Sentem-se frustrados, quando não conseguem salvar uma vida, mas realizados quando saímos restabelecidos. Correm risco de serem contagiados, por via física ou psíquica, mas nos contagiam com o seu amor.

Estive pensando, durante esses dois dias, que, se, no Congresso Nacional, lá eles estivessem, a vida seria mais respeitada. Em seguida, pensei que, se conseguíssemos reunir, em todo o país, pessoas com esse perfil, dispostas a se candidatarem e não apenas votarem ou somente apoiarem políticos conservadores e tradicionais, para serem eleitos, como deputados, poderíamos reformar o sistema político para que fosse possível introduzir um regime de governo que fizesse com que o eleitor votasse em “programas de governo” e não somente em candidatos. Para alcançarmos esse objetivo, contaríamos com pessoas altruístas que existem em todas as áreas mercantis, sociais e esportivas, e formaríamos o Time do Bem, composto por artistas, atletas, empreendedores, funcionários, diretores e membros de ONGs e de instituições filantrópicas, líderes comunitários, educadores, médicos, enfermeiros, dirigentes e voluntários de associações beneficentes e principalmente aqueles que estão de posse do “microfone” e da “redação”. Todas as ações que estes empreendem em favor do menos favorecido, embora isoladas, têm muito mais valor do que aquelas feitas pelos que se dizem representantes do povo. Bastaria que se colocassem nos lugares destes que teríamos em nosso país uma população socioeconômica equilibrada e repleta de realizações fazendo jus aos dizeres de sua bandeira.

Kennedy – personagem do livro Invista agora em sua vida após a morte.

Coragem, coragem, coragem...

Às 10 notoriedades do Time do Bem indicadas pela Democracia do Povo: Espera-se que se não puderem se candidatar para as eleições de 2018, possam, ao menos, apoiar e adotar um ou mais candidatos que prometerem aceitar o acordo com o eleitor para a implantação do Plebiscito, assumirem os compromissos e publicarem as DECLARAÇÕES contidas neste site.



Liberdade, Independência e Paz mundial!


O trabalho para a conquista da Liberdade, Independência e Paz mundial é condição básica para que a humanidade alcance um nível superior de civilização. Sem esses três quesitos, o homem estará muito mais perto do animal selvagem que utiliza o instinto para sobreviver, dentro de uma selva contendo presas e predadores, do que de Deus que o “dotou” de raciocínio, com a finalidade de viver em ambiente social e até conviver competindo uns com outros, porém exercendo a “competição colaborativa”.

Competição Colaborativa: Cada um se esforçando para crescer como ser inteligente empregando seus próprios recursos e estendendo as mãos aos que ainda não compreenderam essa dinâmica da vida universal, a qual faz com que todos cheguem ao topo sem se distanciar, demasiadamente, uns dos outros, com maior rapidez e menor sofrimento, diferente da dinâmica das disputas acirradas que se observam na atual selva composta por seres humanos com menor nível de inteligência.

Não existe ninguém no Time do Bem com competência para julgar e convocar seus integrantes. A pessoa que tiver interesse em atuar no Time do Bem deverá convocar-se por sua livre vontade.

Para fazer parte do Time do Bem, não há necessidade de ser perfeito, mas ter o objetivo de aperfeiçoar o caráter. Não é preciso deixar de receber auxílios, mas estudar e trabalhar para deixar de ser dependente do poder público gerindo sua própria vida, valendo-se de seus próprios meios. Obedecer e respeitar as decisões superiores e da maioria, mas tornar-se apto para tomar suas próprias decisões. Não deve reclamar que, “falta vontade política dos parlamentares e governantes” para fazer acontecer, pois como diz um provérbio português: “Quem não tem tu, vai tu mesmo”, que, traduzindo para a “lingua brazileira”, quer dizer: “Se você não tem quem faça por você, faça você mesmo”. Enfim, se autogovernar de acordo com seus padrões de conduta moral evitando a influência de aspectos exteriores maléficos.

Maior valor possui um integrante do time do mal, que ao constatar o caminho equivocado que estava seguindo resolveu trabalhar para adquirir as características acima e colaborar com o Time do Bem, do que integrantes que se dizem fazer parte do Time do Bem, porém apáticos, ou inertes, ou dissimulados e ou oportunistas.

A Democracia do Povo têm recursos para identificar e “cortar”, do Time do Bem, esses falsos integrantes e ao mesmo tempo estará aberta aos integrantes do time do mal que pretenderem se redimir de seus erros, antes, admitindo introspectivamente, que os possui.

A Democracia do Povo se divide em quatro fases. E a atuação de seus integrantes, nesta primeira fase, a da implantação, é no sentido de divulgar a ideia de o eleitor votar em projetos e não somente em candidatos políticos, com o objetivo de haver um maior equilíbrio nas decisões governamentais do país e principalmente dos municípios.

A atuação dos integrantes, na segunda fase, depois de consolidada a implantação da Democracia do Povo é a de levar aos eleitores menos instruídos, ensinamentos sobre o funcionamento de projetos voltados para a liberdade e independência dos cidadãos, para que o trabalhador deixe de ser escravo do terceiro milênio. E o que é ser escravo do terceiro milênio? É o salário do trabalhador sendo nivelado por baixo. É o trabalhador ter que se sujeitar a jornada mínima de trabalho. É o trabalhador ter que se humilhar para reivindicar melhores condições de trabalho. É o trabalhador afetar negativamente a vida de outros trabalhadores e estudantes pela necessidade que tem de fazer greves.

Existe um número bastante expressivo e crescente de profissionais que se libertaram da escravidão do terceiro milênio. Estes fazem o seu próprio salário, sua jornada não é menor do que a daqueles “dependentes”, mas a consideram não como um sacrifício e sim como forma de alcance de seus objetivos. Dividem seu tempo equilibradamente entre trabalho, estudo, descanso, lazer, turismo e investimento no encaminhamento profissional e moral dos filhos e acompanhamento dos resultados obtidos por eles. Consomem o necessário, em alimentos saudáveis, moram dignamente, cuidam da saúde física e mental particularmente, evitando utilizar o sistema público de saúde, mas não deixando de contribuir com ele. Poupam o excedente da renda familiar e investem em obras humanitárias.

Então, pergunta-se: se existe uma única família, na cidade, que consegue, honestamente, esse feito, qual a razão que faz com que a maioria não consegue? A resposta é bem simples: a causa está relacionada à lei da oferta e procura no mercado de trabalho. É possível todas as famílias de todos os 5.570 municípios brasileiros viverem bem? Essa resposta também é bem simples: Não, não é possível, se o sistema democrático representativo e reivindicatório continuar a ser exercido. Pois os ditos populares: “cada um puxa a brasa para a sua sardinha” ou “cada um puxa a sardinha para o seu lado”, caracterizam a democracia em que se vive atualmente. Os mais “espertos” acabam puxando mais brasa e mais sardinha para si provocando desequilíbrios social e monetário. Sim, é possível se o sistema democrático permitir que o eleitor vote em projetos. Os projetos das áreas econômica e social da Democracia do Povo privilegia o equilíbrio da oferta com a procura de trabalho e a igualdade social, através do “fazer por merecer” de acordo com os seus próprios esforços e não por meritocracia.

As Câmaras Legislativas, municipais, estaduais e federal receberão projetos correspondentes a essas três esferas de governo enviados pelos cidadãos brasileiros; os novos parlamentares eleitos pelo povo, enquadrados nesse sistema, selecionarão os três melhores e viáveis e o eleitor votará no de sua preferência.

A atuação dos integrantes do Time do Bem, na terceira fase da Democracia do Povo, é a de trabalhar para que os projetos funcionem na pratica e a de fiscalizá-los com a finalidade de colocar, sumariamente, na cadeia, os “espertos” que infringirem a nova lei penal eleita através da votação do eleitor em projetos.

A quarta fase é a da transferência desse know-how político à população mundial, pois:

“o mundo começará a acontecer no Brasil”.